Quantas versões cabem dentro de você?
Em Todas As Partes Que Habitam Em Mim, mergulhamos em palavras que sangram, curam e renascem. Cada texto é um fragmento da alma — do amor à dor, da perda ao recomeço — numa travessia entre o que fomos e o que ainda estamos aprendendo a ser.
Este livro é um convite ao acolhimento de si. Um espelho de quem sente demais, mas segue inteiro — mesmo em pedaços.
Você está pronto para se encontrar em cada linha?
Carlos e Márcio são dois amigos de longa data. Um dia, um acontecimento leva Carlos a descobrir que o seu melhor amigo, Márcio, é gay. Ele se vê paralisado diante dessa revelação. E, agora? Em meio a essa surpresa, Carlos se torna testemunha de um crime covarde, e decide criar um blog para narrar as angustias que o sufocam.
Nesse processo, ele se depara com a violência motivada pelo preconceito que traz como vítimas vários segmentos considerados minorias pela sociedade.
Ao Ler o meu melhor amigo é gay, nos deparamos com aventuras, perigos, brigas, reencontros e uma boa pitada policial que fazem do livro uma narrativa realista, fácil de ser lida, compreendida e vivenciada pelo leitor como sendo parte integrante da história, independente da sua orientação sexual, religiosa, cultural ou ideológica.
A dificuldade de Pedro Henrique em se expressar e criar laços sempre foi um problema, mas piorou desde a morte de seu avô. O luto o fez ingressar na faculdade um pouco mais tarde, e mesmo já sendo um homem adulto e dono de si, a nova etapa de sua vida traz de volta os traumas sofridos pelo bullying e os preconceitos que surgiram por conta de seu peso.
Em meio a um turbilhão de sentimentos negativos e esperanças frustradas, Pedro é apresentado ao capitão do time de vôlei da faculdade, Gustavo. A atração de ambas as partes é imediata, mas Pedro se agarra a crença de que um homem como aquele jamais olharia para um como ele. Enquanto Gustavo se vê pela primeira vez em uma paixão arrebatadora, que o faz incapaz de desistir de conquistar Pedro Henrique.
Após um rompante que fez Nicolas se mudar para a terra natal de sua falecida mãe, ele volta ao Brasil em busca da aceitação de seu rígido pai e qualquer resquício de carinho. Porém, o acolhimento acontece fora de seu ambiente familiar.
No escritório da família, Nicolas se aproxima do sócio de seu pai. Luan é oito anos mais velho, responsável e acomodado com uma vida que foi escolhida por terceiros. As diferenças entre ambos são nítidas, mas as semelhanças são maiores e os faz selar uma relação de respeito e carinho. Uma amizade forte floresce, o apoio mútuo os aproxima cada vez mais, até Nicolas começar a perceber que os seus sentimentos não são exatamente o que parecem, e que aquele tempo todo um grande amor sempre esteve diante de seus olhos.
O amor pode aparecer em momentos incrivelmente inesperados, até mesmo quando se está planejando um casamento que não tem certeza se quer que aconteça.
Estela aceitou um pedido de casamento por impulso. Perdida entre escolhas que não sabe se são suas, ela conhece Alana, uma mulher que chega para organizar o casamento, mas talvez ajude a organizar muito mais.
Entre dúvidas, conversas e silêncios compartilhados, nasce uma história sobre afeto e recomeços.
Começou o Festival Kawi~!
Já não bastando se preocupar com um torneio de lutas com habilidades especiais e sua própria vida, o muito agitado Maré se encontra estranhando que está se apaixonando por seu melhor amigo de infância, Markos, com quem aproveita o festival.
Apesar da estreita ligação, pois ambos vivem se arriscando em lutas e esportes radicais, Maré não tem certeza se Markos têm os mesmos sentimentos ou se Markos é mesmo gay. Como Maré navega nas complexidades de sua própria identidade e desejos, ele também deve navegar na confusão e no potencial desgosto de perder seu melhor amigo.
"Uma pessoa em voo - Pele, adrenalina e aqueles que lutam" é uma história íntima, de adrenalina e suor, de pertencimento e liberdade.