Os textos trazem à tona um universo homoerótico ambientado na literatura, na música e nas discussões teóricas mostrando que, atualmente, essas manifestações recebem outro olhar. Além disso, discutem as antigas bases de gênero e os novos modos de interpretação de sujeitos culturais, ressaltando a dificuldade em falar de questões homoafetivas em uma sociedade ainda machista e homofóbica.
Eles mostram o distanciamento que algumas pessoas ainda têm a respeito do homoerotismo, por isso buscam desconstruir os estereótipos de gênero através da literatura, mostrando ao leitor que as expressões homoculturais vão além de um padrão pré-estabelecido pela sociedade e suas respectivas culturas.
Resultado de 35 entrevistas feitas com ativistas queer em países europeus e sul-americanos de histórias e culturas semelhantes, o título investiga grupos e organizações pró-LGBT e suas ações. Dividido em três partes (Flertes, Transas e O Cigarro), o autor narra a história de sua aproximação com estes grupos e organizações e os analisa criticamente para fazer uma reflexão geral sobre o que estas entidades o ensinaram e o que podem ensinar umas às outras.